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05 julho 2015

Only the good vibes! =D

 
Cerejeiras (?) no Secret Garden de Seoul - 05/05/2014



Quando eu entrei na Universidade, uma das meninas que viria a ser uma das minhas melhores amigas tinha uma camiseta com os dizeres "Only the good vibes". Em um dos primeiros almoços no RU com as pessoas que também viriam a ser alguns dos meus melhores amigos, tiramos uma foto que usei por algum tempo como wallpaper no computador (que inclusive, naquela época era ainda um Pentium com uns 20 Gb de memória HD hahah). Como eu via essa foto todos os dias, acabava tendo a impressão de que essa minha referida amiga estava com a camiseta do "Only the good vibes" todos os dias...

Mas, "engraçadamente", naquela época parecia que era mesmo tudo "só as boas vibes". Eu era incrivelmente (aparentemente eu realmente gosto do que chama-se "sulfixo nominal agentivo" na forma "-ente"! =P) otimista, e as coisas davam certo assim, na mesma ~boa vibe~

Com o tempo, crescendo, amadurecendo e passando a pensar nas responsabilidades e perspectivas da vida, acabei me amargurando de tal forma que, se um dia eu vivia pensando "apenas nas boas vibes", acabei me concentrando (e muito!) nas piras pessimistas / negativas / angustiantes, e consequentemente, minha vida foi tomando contornos similares. Mesmo com uma porrada de coisas boas ali, batendo na minha cara (hsauhsuahs, que analogia mais violenta XD), eu só conseguia ver o que tinha dado errado, o que não aconteceu como eu queria, e o que eu estava perdendo.

Não vou negar que esse ano foi muito mais assustador do que o normal, já que pra alguém nunca tinha sido sequer furtada, ter sido assaltada e tido o carro arrombado em um período de pouco mais de 3 meses de diferença foi bem desanimador... Só que a vida não para, e fora essas coisas, todo o resto de "ruim" que aconteceu comigo nesse ano foi muito mais consequência da minha postura perante a vida do que apenas azar ou "conspiração do universo". Eu gosto muito de uma frase que diz "Nossas vidas sempre expressam o resultado dos nossos pensamentos dominantes" ("Our lives always expresses the results of our dominant thoughts" - Soren Kierkegaard), e bem... meus pensamentos dominantes estavam mesmo passando longe do otimismo.

Só que, assim como eu era muito feliz, passei a me sentir muito infeliz. Tão infeliz que não dava pra continuar daquele jeito. E apesar de não saber exatamente o que tinha acontecido para tudo ter mudado tanto, eu precisava entender o que estava acontecendo, e mudar o que precisasse ser mudado para pelo menos ter prazer em viver. Porque além de me sentir triste, me sentia mal por estar triste, sendo que (felizmente) não tinha nada proporcionalmente desfavorável em minha vida para que eu ficasse assim. Tristeza + sentir culpa por estar se sentindo triste é mesmo uma combinação nefasta.

E, bom, não vou dizer que está tudo as mil maravilhas, que sou uma criatura saltitante e magicamente purpurinada, mas pelo menos, acho que encontrei o ponto chave do meu problema: a forma como eu estava olhando para minha vida. 

Em um dia desses, em que deveria estar estudando, acabei descobrindo um aplicativo no tablet chamado "Flipnote", e, encantada com seu design bonitão, decidi ver o YouTube rodando nele. Eis que entre os vídeos recomendados para mim veio esse




Obviamente as coisas não mudam de um dia para o outro, mas após terminar de vê-lo, tive um "clique", um "estalo", e parece até que tirei um peso das minhas costas. Eu tou sim num processo de redescoberta e de "crise dos 20", mas isso não precisa ser assim tão dramático e sofrido. Eu tenho mais poder de escolha do que eu lembrava e apesar de ter algumas coisas as quais terei mesmo que me sujeitar, eu sofrer ou ficar feliz (ou pelo menos me conformar e procurar as melhores soluções) com elas está dentro do meu controle! =DDD

Como falei antes, não é uma mágica ou um milagre, mas ter sido lembrada que posso escolher "only the good vibes", me fez não só perceber que essas coisas boas estão aí, como também dar mais valor as coisas básicas que tenho no dia a dia e mais força para querer enfrentar as adversidades ou desafios que por ventura aparecerem! ^_____^V~


Deixo aqui um simbólico "escudo anti bad vibe", tanto pra você que estava (ou achava que estava) numa pior como eu, quanto pra quem tá sempre de vem com a vida, fica aí meu "se cuida, fique bem" ;)









29 maio 2015

O ego nos tempos de facebook

 
Hey, eae?! =D

O post de hoje foi escrito lá por 2012~2013 e ia fazer parte de um projeto que eu tinha com mais 3 amigos ^^ Infelizmente, o projeto acabou não indo pra frente, mas como o texto já existia, decidi postar mesmo assim =)

As coisas escritas em itálico entre [] são comentários que eu coloquei agora, ao reler o texto xD

É meio diferente do que costumo postar, mas espero que gostem =D

O ego nos tempos do facebook



     De uns tempos pra cá, a forma como vemos o mundo e a nós mesmos mudou, e ainda tem mudado bastante. Se antes das câmeras digitais apenas tirávamos fotos em ocasiões especiais, como nos Natais em família e nas festinhas de aniversário, e raramente retratávamos a nós mesmos, hoje em dia um dos tipos de foto que mais se vê pela internet é justamente esse. [Gent, escrevi esse texto na era "pré-selfie", quando foto de você tirada por você mesmo ainda não tinha nome hahah XD] 
     Afinal, em um mundo no qual os perfis das redes sociais são quase como um verdadeiro avatar de sua persona humana, ninguém quer estar mal na foto, e apresentar-se da melhor maneira possível no universo virtual é quase ou até mais importante do que a forma como nos comportamos e apresentamos na vida real.
     Assim, uma nova preocupação com 'quem somos' e com 'quem queremos ser' surge. Nosso ego, já tão complicado na era simplesmente analógica, onde tínhamos que nos importar apenas com nossa pacata vida nos círculos e convenções sociais, multiplica-se por mil em um universo no qual há muito mais possibilidades e expectativas.
Afinal, na internet você tem total liberdade de 'escolher' quem e como você quer ser. A velha história da pessoa super tímida que se solta e se torna muito popular nos meios virtuais já é quase um clichê.
     O problema começa quando a saudável exposição e sociabilização que esse novo meio de interação proporciona se torna uma fonte de tensão e exacerbação de inseguranças que não foram devidamente superadas pela pessoa, nem em sua vida 'real'. Aliás, esse é outro questionamento que me faço, será que ainda dá para separar a vida 'real' da 'virtual'? As pessoas que somos em nossos perfis do Facebook não são outras que não nós mesmas. Ou será que são?
     Atire a primeira pedra quem nunca ficou ansioso para ver as notificações do face, e nunca ficou chateado em fazer login e perceber que ninguém, eu disse, NINGUÉM te marcou, te mandou link, te convidou pra evento... NADA. Nossos egos cada vez mais estressados e desesperados por atenção, querendo ser lembrados, queridos, desejados e idolatrados por outras pessoas nos tornam seres vazios de autenticidade e cheios de medo de sermos esquecidos.
     O ego, não na concepção psicanalítica, pois nela designa algo conceitualmente diferente, mas na ideia do senso comum, é uma 'entidade' de auto apreciamento e auto devoção. Geralmente retratado inclusive de forma negativa, como quando dizemos 'fulano tem um ego imenso', é, ao meu ver, quase um mecanismo de defesa pessoal, o qual anda lado a lado com nossa auto imagem e autoestima, também primo irmão do nosso orgulho, sendo assim como esses, ao mesmo tempo indispensáveis e venenosos, dependendo esses efeitos somente de sua quantidade e sua aplicação. ["A diferença entre o remédio e o veneno é a dose" - Roger Stankewski] Acho imprescindível que a pessoa que seja boa no que faz saiba, tenha consciência disso. Que permita seu ego sentir-se ser o melhor em alguma coisa, sentir-se destaque alguma vez na vida. No entanto, como diz-se por aí, nunca deixar que esse orgulho seja a maior coisa de sua vida.
     Claro que você, eu, todo o mundo, ficamos felizes quando vamos bem na universidade, quando alguém nos diz que somos inteligentes, belos, sagazes, etc. Eu admito, fico feliz quando nas apresentações do grupo de dança que participo tenho a oportunidade de ficar em algum lugar mais na frente no palco, afinal, isso trás alegria para minha avó (bá chan <3), para os meus amigos e familiares, e não nego, para mim mesma. Mas, assim como nas formações do palco, os posicionamentos variam e em alguns momentos fico em lugares de destaque, e em outros (muitos hehe) não. Todos temos o direito, o dever e a oportunidade de brilharmos e de termos os nossos momentos de glória. No entanto jamais temos o direito de acharmos que somos maiores, melhores ou mais especiais que os outros. Ego para sobreviver, humildade para prosperar e alegria para continuar! ;)


20 abril 2015

[Coolritiba] - Curitidoce! *_____*~ - Parte 1/3

 
Oláa, tudo bom com você? =)

Eu ia começar o post dizendo que gosto muito de doces... Mas pensei bem e achei que não seria muito honesto dizer apenas que gosto muito de doces porque também gosto muito de salgados. Cheguei a conclusão, no final das contas, que gosto muito de comidas em geral hahah XD

Mas, porém, entretanto, o foco de hoje aqui é doce! ;) Justamente por apreciar tanto esse tipo de comida, gosto também de encontrar lugares legais (e bonitos! ^w^~) onde eu possa os apreciar =D

E, aproveitando a oportunidade de seu aniversário, minha amiga Miyuki convidou eu e nossa outra amiga, a Miwa, para comemorarmos no tour mais doce da cidade ;9

O Tour Curitidoce é organizado pela Leidinara, do Férias Now. Ele dura cerca de 3 horas, passando por 5 diferentes confeitarias da região do Batel - Bigorrilho. Custa R$ 40,00 e incluí porções de degustação em cada local. ^^
(E em minha opinião, a quantidade de comida oferecida é suficiente para terminar o tour de barriga cheia XD)

Vou colocando as fotos e contando sobre a experiência, bem numa vibe ~fotonovela~ haha ;D

As fotos que não forem de minha autoria virão com os devidos créditos indicados em cada uma delas ^^


~ Primeiro eu a Miyuki tinhamos nos encontrado para irmos num evento de Food Trucks ali na Vicente Machado, mas como estava muito cheio e não íamos comer nada por lá, decidimos já ir pra Praça da Espanha, onde nos encontraríamos com a Miwa e as outras pessoas do Tour ^^




~ Começamos o Tour no ponto de encontro: o chafariz da Praça da Espanha =D



Grupo feliz pronto para o passeio ^____^~ 

Inicialmente, o tempo parecia não querer colaborar e todos tivemos que abrir os guarda chuvas =p Não vou negar que estava meio preocupada~ queria muito um lindo dia de Sol para nos acompanhar >___<~


~Nossa primeira parada foi o Bazar Doce ^_____^


Foto tirada pela Miyuki ^^

















Experimentamos o Brownie da casa, bem macio e cheio de chocolate ;9


Eu e a Miwa tirando foto dos nossos brownies


A foto que saiu daquele momento XD


Durante a semana, um dos carros chefes do Bazar Doce são as empadas ^^ Eu não cheguei a experimentar, mas aparentemente elas tem a fama de ser uma das melhores de Curitiba =)

O estabelecimento tem semanas temáticas, dedicadas a diferentes tipos de doces. Na semana em que visitamos a patisserie, era semana do sonho *-*~


Além dos doces e empadas para comer na hora, eles também possuem bolos, biscoitos e outras guloseimas que você pode comprar para levar pra casa ou dar de presente pra alguém ^^


  
Essas geleias estavam em promoção por apenas R$ 3,50 =D Comprei uma de morango e um pote de doce de leite com nozes (R$ 5,00) para levar pra minha família ^^


 Após conhecermos o local, tiramos uma foto em grupo e partimos para nossa segunda parada...


(Encontramos essa árvore bonita no meio do caminho e tiramos uma foto com ela também XD)





O Espresso 2222 (cujo nome é um trocadilho com o Expresso 2222 ^^) é uma cafeteria relativamente nova (tem cerca de 8 meses), e foca principalmente em cafés, doces e salgados bons e com preços justos =) 


A vitrine com instrumentos musicais e quadro negro =)


Achei a decoração super engraçadinha e irreverente XD



Painel legal com o cardápio ^^



Comemos Palha Italiana =)










E seguimos para nosso terceiro destino! ^____^~



~Continua no próximo post~ 
^_____^






11 janeiro 2015

O Início

 
Olá~! 

Estou há tempos pensando no que postar, pois apesar de eu ter cada vez menos tempo livre disponível, tenho sentido mais e mais vontade de me expressar e escrever, e isso acaba se refletindo em vontade de postar coisas no blog~

Porém, por mais estranho que pareça, todo o meu ânimo em postar alguma coisa parece estar esperando por uma introdução, algo que diga "já é 2015, é um novo ano, é ~O Início~"

Na verdade, dia 20 de Fevereiro já vão fazer 3 anos que o blog existe, então, não sei bem da onde veio essa minha necessidade em dizer que algo "está começando"... =p

Por mais que nesses quase 3 anos eu não tenha postado com tanta frequência como eu gostaria (o que é algo que me arrependo muito, porque passear pelos arquivos é quase como viajar no tempo para mim, e muitas das minhas memórias acabaram faltando e se perdendo por eu não ter tido empenho de colocá-las em palavras) ter tido o blog por todo esse tempo me fez bem, de diversas maneiras que não sei como explicar, mas posso tentar: me fazia querer ser criativa, ter ideias e bolar coisas diferentes, me fazia querer sair da rotina e experimentar coisas novas e junto com tudo isso, me ajudava a aliviar minha cabeça e a pensar em outras coisas além do que me afligia, ao mesmo tempo em que me fazia refletir. Era - e é - um espaço de liberdade.

Ainda assim, eu tenho muita dificuldade em me expressar, especialmente quando se trata de escrever (o que acaba se tornando um paradoxo pesaroso, porque eu gosto muito da ~arte da escrita~). O que se escreve (e mais ainda, o que se publica online) acaba se tornando "eterno", "real", e isso me impede que eu possa tranquilamente colocar o que me pesa e o que me alegra para fora. 

Talvez por isso eu esteja aqui hoje para dizer "é o início". Não de uma "nova vida", pois acredito que só somos quem somos pelo resultado do que vivemos, e que a vida é um fluxo que invariavelmente compreende o passado, o presente e o futuro. Mas sim, de uma nova forma de ver a vida. Mais leve. Mais simples. Mais livre.